Maio 2026

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 23.01.2025 (Adeodato Brotas)

Sumário: 1 – Aos litígios emergentes de serviço de parqueamento automóvel temporário em parques públicos, concessionados à requerente/apelante, pelo Município de Ponta Delgada, não é aplicável a norma de exclusão da competência dos Tribunais Administrativos prevista no art.º 4.º, n.º 4, al. e) do ETAF. 2 – Antes se aplica a norma de atribuição de […]

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 20.01.2011 (António Valente)

Sumário: Celebrado um contrato de concessão entre a Câmara Municipal de — e a autora D—, contrato esse de direito público, através do qual o município, munido de jus imperii, adjudicou a esta, a concessão, exploração, gestão e manutenção dos estacionamentos de duração limitada na cidade de — – deliberação camarária/actos de gestão corrente é

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Acórdão do Tribunal dos Conflitos de 25.11.2010 (Adérito Santos)

Sumário: I – A competência material do tribunal afere-se pela relação jurídica controvertida, tal como é configurada na petição inicial. II – Nos termos do artigo 1.º, do Estatuto dos Tribunais Administrativos e Fiscais, os tribunais administrativos são os competentes para o julgamento das acções que tenham por objecto dirimir litígios emergentes de ralações jurídicas

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 12.10.2010 (Moreira Alves)

Sumário: I – Sendo a autora concessionária de um serviço reconhecidamente de interesse público, actua, nessa qualidade, em “substituição” da autarquia com os poderes inerentes que lhe foram concessionados. II – Os contratos ou acordos tácitos que se concretizam sempre que os utentes utilizam para estacionamento os espaços públicos concessionados à autora, tanto esta como

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 07.10.2010 (Carlos M. G. de Melo Marinho)

Sumário: 1. É redutora e desfocada a tentativa de afunilar e converter nas emanações meramente jus privadas a complexa relação constituída através da concessão de exploração de estacionamento de duração limitada; 2. Até em termos semânticos, a palavra «concessão» aponta para as duas camadas da intervenção, ou seja, a externa, do concessionário, e a interna

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Acórdão do Tribunal dos Conflitos de 09.06.2010 (Oliveira Mendes)

Sumário: I – É contrato administrativo um contrato através do qual uma município de concede uma empresa provada a exploração, gestão e manutenção de espaços públicos destinados ao estacionamento de veículos, bem como a instalação e exploração de parquímetros, contrato segundo o qual os utilizadores daqueles espaços de estacionamento ficam obrigados ao pagamento de taxa,

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 25.05.2010 (Anabela Calafate)

Sumário: I – Ao cobrar as taxas pelo estacionamento dos veículos na via pública e ao proceder à fiscalização do cumprimento das regras de estacionamento fixadas no regulamento municipal, podendo até desencadear o procedimento para bloqueamento e remoção dos veículos, a concessionária está a agir no uso de poderes de autoridade em que foi investida

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 22.04.2010 (Ezagüy Martins)

Sumário: Compete aos tribunais administrativos e fiscais conhecer de acção intentada por empresa a quem o Município adjudicou a concessão da exploração e gestão de zonas de estacionamento de duração limitada, para haver de particular utilizador daquelas a importância de tarifas devidas pela falta de pagamento da taxa correspondente à utilização da zona de estacionamento.

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 27.01.2026 (Micaela Sousa)

Sumário: (…) IV – Para efeitos do disposto no artigo 311.º, n.º 1 do Código Civil, a livrança em branco, subscrita aquando da celebração do contrato de mútuo, posteriormente preenchida, verificado o incumprimento, quanto ao seu valor e data de vencimento, não constitui um título executivo de formação posterior susceptível de determinar a aplicação ao

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 24.11.2025 (Teresa Fonseca)

Sumário: I – Não concorre para o dano ou para o seu agravamento o titular de conta indevidamente bloqueada pela instituição bancária que não paga as quantias em dívida, pese embora o seu reduzido valor e o facto de lhe terem sido enviadas referências multibanco que lho permitiriam fazer. II – A comunicação de informação

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