Maio 2026

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 05.03.2024 (Manuel Domingos Fernandes)

Sumário: I – O termo a quo de contagem do prazo de 60 dias para a dedução de ação de impugnação/anulação de sentença arbitral, previsto no n.º 6, do art.º 46.º, da Lei n.º 63/2011, de 14/12, é sempre a notificação duma decisão dos árbitros, seja ela a sentença que decidiu o litígio arbitral, seja […]

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 23.11.2023 (Maria Amália Santos)

Sumário: I. A Lei da Arbitragem Voluntária (LAV) apenas permite a impugnação da decisão arbitral pela via da “Ação de Anulação de Sentença Arbitral”, dirigida ao tribunal estadual competente – no caso, ao Tribunal da Relação. II – O pedido de Anulação da Sentença Arbitral pressupõe a verificação de algum dos fundamentos taxativamente previstos na

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 18.05.2023 (Figueiredo de Almeida)

Sumário: – O Tribunal Arbitral não é materialmente competente para conhecer da ação de simples apreciação negativa de inexistência de consumo irregular de energia, cuja cobrança, a fornecedora pretende obter, estando pendente processo-crime em que é imputada ao cliente a prática daqueles factos.

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 27.04.2023 (Margarida Gomes)

Sumário: I. Sendo a indicação do prazo para a contestação elemento imprescindível do ato de citação, e isto porque a sua não observância tem efeitos processuais, designadamente, a revelia, regulada nos art.ºs 566.º a 568.º do Código de Processo Civil, não pode, sob pena de ser o seu destinatário prejudicado, deixar de prevalecer o prazo

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 14.11.2022 (Miguel Baldaia de Morais)

Sumário: I – O controlo estadual da arbitragem, através da ação de impugnação da sentença arbitral prevista no artigo 46.º da Lei n.º 63/2011, de 14.12 (que aprovou a Lei da Arbitragem Voluntária), é a contrapartida necessária da atribuição de eficácia jurisdicional à decisão arbitral. II – O referido diploma acolheu o denominado princípio “competência-competência”,

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 13.09.2022 (Rodrigues Pires)

Sumário: A falta de prolação da sentença arbitral e da sua subsequente notificação às partes no prazo de 12 meses a que se refere o art. 46.º, n.º 1 da Lei de Arbitragem Voluntária (LAV) implica o fim automático do processo arbitral e a extinção da competência dos árbitros para julgarem o litígio, constituindo, por

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 27.01.2022 (Afonso Cabral de Andrade)

Sumário: 1. O princípio da igualdade é estruturante de toda a arbitragem. Dele derivam os princípios da citação, da audição efectiva e do contraditório. Ora, quando a autora foi regularmente citada, foi notificada de todos os despachos, requereu por várias vezes o adiamento da audiência, o que lhe foi deferido por duas vezes, até que

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 25.11.2021 (Alexandra Rolim Mendes)

Sumário: – O Tribunal Arbitral com competência para a resolução de litígios de consumo não é competente para conhecer de uma causa em que a fornecedora de eletricidade cobrou a determinada pessoa valores a que entende ter direito a título de indemnização referente a consumos de energia elétrica por via da viciação do contador, ainda

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 23.09.2021 (Sandra Melo)

Sumário: 1 – A Lei n.º 144/2015, ao transpor a Diretiva 2013/11/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 21 de maio de 2013, sobre a resolução alternativa de litígios de consumo, não veio excluir do âmbito da arbitragem necessária os litígios que já haviam sido abrangidos pela Lei dos serviços essenciais, por não ter

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 13.07.2021 (Joaquim Boavida)

Sumário: […] Estando pendente processo-crime pelos factos que são imputados ao agente, o tribunal arbitral não pode considerar-se materialmente competente para conhecer da pretensão por aquele deduzida sob a forma de uma ação de apreciação negativa, alicerçada na alegada não prática daqueles factos.

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