Maio 2026

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 11.10.2018 (Maria do Rosário Morgado)

Sumário: I – O intermediário financeiro encontra-se vinculado às normas do que estabelecem regras próprias inerentes à sua atividade, designadamente cumprimento de deveres de informação (arts. 304.º e 312.º, ambos do CVM); II – O cumprimento dos deveres de informação que impendem sobre o intermediário financeiro é, porém, de geometria variável. Quer isto significar que […]

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 11.10.2018 (Maria do Rosário Morgado) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 09.10.2018 (Carlos Moreira)

Sumário: (…) 3. – Provando-se, nuclearmente, que o banco informou o cliente que o produto financeiro por ele subscrito – obrigações subordinadas – era muito semelhante, incluindo quanto ao risco, a um depósito a prazo, e que, assim, este «esteve sempre convencido que (aquele) lhe restituiria o capital e os juros quando os solicitasse.» e

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 09.10.2018 (Carlos Moreira) Read More »

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 04.10.2018 (Maria do Rosário Morgado)

Sumário: I – O intermediário financeiro encontra-se vinculado às normas do que estabelecem regras próprias inerentes à sua atividade, designadamente cumprimento de deveres de informação (arts. 304.º e 312.º, ambos do CVM); II – O cumprimento dos deveres de informação que impendem sobre o intermediário financeiro é, porém, de geometria variável. Quer isto significar que

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 04.10.2018 (Maria do Rosário Morgado) Read More »

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 18.09.2018 (Maria Olinda Garcia)

Sumário: I – O cumprimento ou incumprimento dos deveres de informação que o art. 312.º do CVM impõe ao intermediário financeiro, só ao nível do caso concreto pode ser efetivamente determinado, tendo por base o perfil do cliente e as específicas circunstâncias da contratação. II – Concluindo-se que o intermediário financeiro violou ilícita e culposamente

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 18.09.2018 (Maria Olinda Garcia) Read More »

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 13.09.2018 (Sousa Lameira)

Sumário: I – A lei portuguesa não permite que o nexo de causalidade seja retirado ou obtido por via de uma presunção (arts. 563.º e 799.º, conjugados com os arts. 342.º e ss., todos do CC). II – O art. 799.º do CC aplica-se apenas à culpa e não ao nexo de causalidade. III –

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 13.09.2018 (Sousa Lameira) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 21.07.2018 (António Santos)

Sumário: 5.1. – Provando-se que o Banco sugeriu ao autor a aplicação de 50.000,00€ na aquisição de OBRIGAÇÕES SLN 2006, informando-lhe que de produto financeiro se tratava que era equivalente a um depósito a prazo, tendo as mesmas garantias e segurança, e cujo capital estava garantido, incorreu o referido Banco em inobservância do dever de

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 21.07.2018 (António Santos) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 12.07.2018 (Maria Domingas Simões)

Sumário: Um dos cruciais deveres que a lei impõe às instituições financeiras é o de prestar informação, a qual deve ser completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, abrangendo os valores mobiliários, as ofertas públicas, os mercados de valores mobiliários, as actividades de intermediação e os emitentes.

Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 12.07.2018 (Maria Domingas Simões) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 10.07.2018 (Maria João Areias)

Sumário: 1. O artigo 312.º do CVM, na redação anterior ao DL 357-A/2007, consagrava já deveres específicos de informação, que conjugados com a concretização que deles era feita no art. 39.º do Regulamento da CMVM n.º 12/2000, abrangia informação detalhada sobre os riscos da aplicação financeira apresentada pelo intermediário financeiro, abrangendo o risco de liquidez,

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 10.07.2018 (Maria João Areias) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 13.06.2018 (José Igreja Matos)

Sumário: I – Em qualquer circunstância um Banco, que aja como intermediário financeiro, tem o dever de prestar as informações necessárias para uma tomada de decisão esclarecida e fundamentada pelos respectivos clientes. II – Se essa decisão assentou numa proposta clara do Banco no sentido de que a aplicação financeira teria sempre a garantia de

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 13.06.2018 (José Igreja Matos) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 15.05.2018 (Maria João Areias)

Sumário: 1. A atividade do intermediário financeiro é norteada, entre outros, pelo princípio da proteção dos interesses do cliente, pelo princípio de agir de boa-fé e pelo princípio de conhecimento do cliente. 2. A extensão e a profundidade da informação a prestar pelo intermediário ao cliente devem ser tanto maiores quanto menor for o seu

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 15.05.2018 (Maria João Areias) Read More »