Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 27.04.2017 (Alexandre Rolim Mendes)

Sumário: (…) 2 – O intermediário financeiro nas relações com o cliente tem de agir de acordo com padrões de diligência, lealdade e transparência superiores aos de um homem médio, o que se compreende atenta a progressiva complexidade dos produtos financeiros e a necessidade de proteção dos clientes que na maioria das vezes são a […]

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 12.01.2017 (Olindo Geraldes)

Sumário: I – A ilicitude do comportamento do intermediário financeiro poderá provir da violação do dever de informação. II – A densidade do dever de informação resulta tanto das características do produto financeiro que o intermediário financeiro tem, obrigatoriamente, de fornecer ao cliente, como da necessidade de suprimento da insuficiência de conhecimento ou experiência revelada

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 10.03.2015 (Conceição Saavedra)

Sumário: I – Tendo os funcionários do Banco informado a cliente A., de acordo com as exactas instruções superiores por si recebidas, que a emissão do papel comercial em questão podia ser subscrita com toda a segurança, que o próprio Banco se responsabilizava pelo retorno no prazo do vencimento, garantindo o reembolso do mesmo e

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 06.06.2013 (Abrantes Geraldes)

Sumário: A responsabilidade civil assacada ao intermediário financeiro, designadamente no âmbito de contrato de consultadoria para investimento em valores mobiliários, pressupõe a prova da ilicitude resultante do incumprimento de deveres legais ou contratuais, numa relação de causalidade adequada com o sinistro financeiro verificado.

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 22.01.2026 (João Paulo Pereira)

Sumário: I – Efectuadas por terceiro de operações de levantamento e pagamento não autorizadas, a disciplina do Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica (RJSPME), aprovado pelo Dec.-Lei n.º 91/2018, de 12/11, prevê que a responsabilidade do prestador de serviços de pagamento não opere caso demonstre que aquelas foram devidas a atuação

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 13.01.2026 (Alexandra de Castro Rocha)

Sumário: I – O contrato de abertura de conta bancária, constituindo a génese da relação bancária, dá origem à rede negocial que constitui aquela relação, onde se inserem outras figuras contratuais, tais como o depósito, a abertura de crédito, a emissão de cartão e o homebanking, figuras essas associadas ao contrato de abertura de conta

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 30.10.2025 (José Cravo)

Sumário: (…) III – O Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12/11, que transpôs para a ordem jurídica nacional a Diretiva (UE) 2015/2366 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de novembro de 2015, regula, além do mais, as operações conhecidas por homebanking, que fazem parte da designação genérica de “convenção de giro” associada ao contrato

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 11.09.2025 (Inês Moura)

Sumário: 1. O Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica aprovado pelo DL 91/2018, de 12 de novembro, que veio transpor para a nossa ordem jurídica a Diretiva (UE) 2015/2366 do Parlamento Europeu e do Conselho de 25 de novembro de 2015, regulando o acesso à atividade das instituições de pagamento e

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 26.06.2025 (Maria Teresa Mascarenhas Garcia)

Sumário: (…) III. O homebanking é um serviço prestado pelo Banco Réu através do qual dá ao cliente a possibilidade de efectuar operações bancárias via Internet, nomeadamente, pagamentos e transferências, razão pela qual é àquele que cabe diligenciar pela segurança do mesmo e que o cliente nele possa confiar; no reverso, o cliente deverá utilizar

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