Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 15.10.2026 (António Fernando Marques da Silva)

Sumário: – [O]s requisitos que condicionam o direito de resolução do credor, fixados no art. 20.º, n.º 1, al. a) do DL 133/2009, de 02.06, são autónomos e cumulativos.

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Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 15.10.2026 (Susana Ferrão da Costa Cabral)

Sumário: (…) III. A obrigação prevista no artigo 16.º, n.º 6, da Lei n.º 15/2013, de 8 de fevereiro, incide sobre o depósito do modelo contratual utilizado pela mediadora, e não sobre cada contrato celebrado com os clientes, pelo que a anterioridade daquele depósito relativamente ao contrato concreto não constitui fundamento de nulidade. IV. Existe

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 15.10.2026 (Maria Amália Santos)

Sumário: I – Só a prova da cessação do contrato em momento anterior à entrada em vigor do DL 227/2012, de 25/10 (Regime do PERSI), poderia eximir o exequente de cumprir os procedimentos legais previstos no art. 13.º e 15.º do citado diploma legal. II – Cabia assim à embargada a prova de que o

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 13.10.2026 (Micaela Sousa)

Sumário: I – O Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica aprovado pelo DL n.º 91/2018, de 12 de novembro, de acordo com o disposto no artigo 113.º, impõe sobre o prestador do serviço o ónus de prova no caso de o utilizador negar ter autorizado determinada operação: i. de que a

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 12.10.2026 (Teresa Fonseca)

Sumário: I – Verificando-se os pressupostos da aplicação do procedimento extrajudicial de regularização de situações de incumprimento (PERSI), a ação executiva só pode ser intentada contra os obrigados após a extinção daquele. II – Este requisito consubstancia uma condição objetiva de procedibilidade da execução, reconduzindo-se a sua não verificação a uma exceção dilatória de conhecimento

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 08.10.2026 (Margarida Almeida Fernandes)

Sumário: (…) II – A obrigação principal da mediadora imobiliária é, em regra, uma obrigação de meios, pois tem a obrigação de diligenciar por encontrar um interessado para determinado negócio, aproximá-lo da outra parte e assim facilitar a celebração do mesmo. III – A obrigação principal do cliente é pagar a remuneração acordada sendo que,

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 08.10.2026 (Raquel Baptista Tavares)

Sumário: I – O contrato de mediação imobiliária é um contrato oneroso, dele devendo constar as condições da remuneração, podendo ainda ser acordado um regime de exclusividade. II – Num contrato de mediação imobiliária apesar da prestação a que a mediadora se obriga ser uma prestação de meios, a obrigação de retribuição, a cargo do

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 08.10.2026 (Alexandra Rolim Mendes)

Sumário: – Ao consumidor que invoca a falta de conformidade de aparelhos auditivos comprados a um profissional, cabe, designadamente, a prova de que os mesmos não estão conforme com o contrato, nomeadamente com a descrição que deles é feita pelo vendedor ou de que não possuem as qualidades apresentadas por este ou ainda de que

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 01.10.2026 (Rui Pereira Ribeiro)

Sumário: – O art.º 1143.º do CCiv. exceciona a sua aplicação quanto à forma dos contratos de mútuo regulados em legislação especial; – Os contratos de crédito ao consumidor não estão sujeitos [à] forma prevista no art.º 1143.º do CCiv. mas apenas ao disposto no Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de [j]unho.

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 01.10.2026 (Rui Poças)

Sumário: I – A caracterização de um contrato como “celebrado fora do estabelecimento comercial”, nos termos da alínea i) do art. 3.º do DL n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, pressupõe que o contrato seja celebrado na presença física simultânea do fornecedor de bens ou do prestador de serviços e do consumidor em local que

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