Livro de Reclamações

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 04.06.2025 (Cláudia Rodrigues)

Sumário: (…) IV – Conforme decorre do preâmbulo do Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15/09 que aponta para a “ratio legis” do diploma, “[o] livro de reclamações constitui um dos instrumentos que tornam mais acessível o exercício do direito de queixa, ao proporcionar ao consumidor a possibilidade de reclamar no local onde o conflito ocorreu. A […]

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 10.04.2024 (Maria Luísa Arantes)

Sumário: I – Solicitado o livro de reclamações, não pode o fornecedor de bens ou prestador de serviços condicionar a sua apresentação aos motivos da reclamação ou à legitimidade de quem solicita a apresentação do livro. II – A contraordenação continuada depende, para além da proximidade temporal dos factos e da homogeneidade dos comportamentos, que

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 18.03.2024 (Alexandre Au-Yong Oliveira)

Sumário: 1. Apurou-se que a Recorrente presta serviços de saúde na valência de medicina do trabalho no estabelecimento em causa, aí contactando com o “público”, entendendo-se como integrando este conceito trabalhadores de outras empresas que não a Recorrente. 2. Inexiste, assim, qualquer razão para que a arguida seja absolvida da contraordenação pela qual foi condenada

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 15.12.2021 (Cláudia Rodrigues)

Sumário: I – A recusa de acesso a um estabelecimento aberto ao público e em funcionamento a potencial cliente a quem foi recusada a entrada é motivo válido para pedir o livro de reclamações. II – A disponibilização do livro de reclamações não pode ser condicionada e não se compadece com considerações sobre os motivos

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Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 09.02.2021 (João Amaro)

Sumário: O legislador ordinário goza de ampla liberdade de fixação dos montantes das coimas aplicáveis à prática de contraordenações, desde que, obviamente, sejam respeitados os limites fixados pelo regime geral do ilícito contraordenacional, e, além disso, desde que que as sanções a aplicar sejam efetivas, proporcionadas e dissuasoras, de modo a ficar garantido o efeito

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 03.04.2017 (Paula Roberto)

Sumário: [I)] Não é desproporcionado o montante mínimo de € 15.000,00 previsto no art.º 9.º, do DL n.º 156/2005, de 15/09, no caso de recusa de apresentação do livro de reclamações por parte de uma pessoa coletiva, tendo sido requerida a presença da autoridade para remover tal recusa, o que sucedeu, tendo o livro sido

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 23.01.2017 (Filipa Costa Lourenço)

Sumário: I. A existência e a disponibilização do livro de reclamações (que se encontra regulado pelo [DL] 156/2005, de 15 de Setembro, com as alterações introduzidas pelo DL n.º 371/2007, de 06/11) constitui um dos instrumentos que tornam mais acessível o exercício do direito de queixa, ao proporcionar ao consumidor a possibilidade de reclamar no

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 26.10.2016 (Manuel Soares)

Sumário: I – O livro de reclamações é um meio expedido que a lei estabeleceu para as queixas dos consumidores em relação à prestação de serviços ou venda de bens nos locais onde [é] obrigatório. II – A obrigação de disponibilizar o livro de reclamações nos termos do art.º 1.º/2 DL 135/99, de 22/4 pressupõe

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