Maio 2026

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 20.05.2014 (Isabel Fonseca)

Sumário: 1. Perante o Dec.-Lei 204/2008 (e o revogado Dec.-Lei 29/96) exige-se que a comunicação de dados alusivos a um crédito concedido por uma instituição financeira, da inteira responsabilidade da entidade participante, seja feita de forma exacta, isto é, exprimindo com rigor a realidade do relacionamento entre a entidade bancária e o cliente, nomeadamente quando […]

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 20.05.2014 (Isabel Fonseca) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 28.01.2014 (Anabela Luna de Carvalho)

Sumário: 1. – Decorre do DL 204/2008 de 14/10 uma obrigação dos Bancos de enviarem mensalmente ao Banco de Portugal todos os créditos e respectivas situações, sendo responsáveis pelas comunicações efectuadas, o que permite uma actualização mensal da informação constante de tal Central de Responsabilidades. 2. – O automatismo dessa comunicação e as consequências que

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 28.01.2014 (Anabela Luna de Carvalho) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 12.01.2012 (Teresa Albuquerque)

Sumário: I – A Central de Responsabilidades de Crédito (CRC) – anteriormente designada por Serviço de Centralização de Riscos de Crédito – corresponde a um sistema de informação gerido pelo Banco de Portugal constituído pela comunicação recebida das entidades participantes, entre as quais, e à cabeça, se situam as instituições bancárias, sobre responsabilidades efectivas ou

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 12.01.2012 (Teresa Albuquerque) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 08.11.2011 (Rosa Ribeiro Coelho)

Sumário: (…) II – O art. 3.º do Dec.-Lei n.º 29/96, de 11.04 – então vigente e agora revogado pelo Dec.-Lei n.º 204/2008, de 14.10 – não impunha à entidade emitente de um cartão de crédito que comunicasse ao Banco de Portugal o não pagamento, pelo seu titular, de dívida que emergiria da utilização de

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 08.11.2011 (Rosa Ribeiro Coelho) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 15.09.2011 (Carla Mendes)

Sumário: I – Constitui ofensa ao crédito e bom nome, a participação de um facto, não verdadeiro, à Central de Responsabilidades de Crédito junto do Banco de Portugal. II – A ré incorreu em responsabilidade civil delitual ou extra-contratual e consequentemente constituiu-se na obrigação de indemnizar os danos não patrimoniais daí resultantes, ao ter efectuado

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 15.09.2011 (Carla Mendes) Read More »

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 19.05.2011 (Pires da Rosa)

Sumário: I – O facto de os bancos serem obrigados a remeter mensalmente e por via informática ao Banco de Portugal todos os créditos e a respectiva situação devidamente codificada não irresponsabiliza aqueles pelas comunicações efectuadas. II – O automatismo dessa comunicação e as consequências que dela nascem para o cliente impõem um reforço do

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 19.05.2011 (Pires da Rosa) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 10.12.2009 (Dina Monteiro)

Sumário: 1. Incorre em responsabilidade civil decorrente do exercício da sua actividade, a entidade bancária que omita os procedimentos necessários à regularização da situação bancária dos seus clientes junto à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, sempre que tal omissão tenha na sua origem factos ilícitos que lhe sejam imputáveis, impondo-se ressarcir

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 10.12.2009 (Dina Monteiro) Read More »

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 11.05.2023 (Fernando Baptista de Oliveira)

Sumário: I. A natureza do Condomínio como consumidor depende do tipo de utilização a que se destinam as fracções que compõem o edifício a que o Condomínio respeita. Pelo que tendo as mesmas maioritariamente um destino habitacional, então o condomínio deve ser qualificado como consumidor (ut art.º 2.º, n.º 1 da LDC Lei n.º 24/96,

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 11.05.2023 (Fernando Baptista de Oliveira) Read More »

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 08.11.2022 (Fernando Jorge Dias)

Sumário: I – Não existindo uma definição única de consumidor temos que integra[r] o conceito, a pessoa singular quando contratualmente atua com objetivos alheios à sua atividade, quer seja comercial, empresarial ou profissional. II – Verificando-se resultar do contrato um misto de atividade comercial, empresarial ou profissional com atividade meramente pessoal, prevalecerá como determinante a

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 08.11.2022 (Fernando Jorge Dias) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 19.05.2022 (Luís Correia de Mendonça)

Sumário: (…) 3. Um pacto de jurisdição celebrado entre um utilizador e o Facebook (e o Instagram), nos termos do qual “Se fores um consumidor com residência habitual num Estado-Membro da União Europeia, as leis desse Estado-Membro serão aplicadas a qualquer reclamação, ação ou litígio que tenhas contra nós e que surja de ou esteja

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 19.05.2022 (Luís Correia de Mendonça) Read More »