Maio 2026

Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 20.05.2021 (José Alberto Moreira Dias)

Sumário: (…) 3 – A prescrição não opera a extinção do direito de crédito prescrito, mas quando invocada pelo devedor, e declarada judicialmente por decisão transitada em julgado, limitasse a transformar esse direito creditório em obrigação natural. 4 – As obrigações naturais, apesar de não serem judicialmente exigíveis, seja qual for a conceção que se […]

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 11.05.2021 (Luís Filipe Pires de Sousa)

Sumário: I. No âmbito duma execução intentada por instituição de crédito, sendo título executivo um contrato de crédito, arguindo a executada em oposição à execução que não assinou o contrato em causa, arguição essa entretanto corroborada no encerramento de inquérito-crime e apesar das  conclusões do inquérito em causa não serem vinculativas no âmbito da oposição

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 11.12.2019 (Carlos Oliveira)

Sumário: 1. Nas ações de simples apreciação negativa é ao R. que compete o ónus de prova dos factos constitutivos do direito de crédito de que se arroga ser titular (Art. 343.º, n.º 1 do C.C.). Tendo cumprido esse ónus a ação improcede. 2. Nos termos do Art. 3.º, n.º 1 e n.º 2 do

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 10.10.2019 (António Moreira)

Sumário: 1 – A participação de um facto, não verídico, à Central de Responsabilidades de Crédito junto do Banco de Portugal, constitui uma ofensa ao crédito e bom nome dos visados. 2 – Incorre em responsabilidade civil por factos ilícitos a entidade financeira que efectuou uma comunicação de responsabilidades ao Banco de Portugal, indicando cada

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 16.05.2019 (Cristina Neves)

Sumário: (…) II – De acordo com o disposto no art.º 1.º do D.L. 204/2008, de 14/10, incumbe à Central de Responsabilidades de Crédito do B. de Portugal, “centralizar as responsabilidades efectivas ou potenciais de crédito concedido por entidades sujeitas à supervisão do Banco de Portugal, abrangendo “a informação recebida relativa a responsabilidades efectivas ou

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 25.10.2018 (Fernando Fernandes Freitas)

Sumário: I – A Central de Responsabilidades de Crédito, que actualmente tem o seu enquadramento legal no Dec.-Lei n.º 204/2008, de 14 de Outubro, constitui, no essencial, uma base de dados que foi criada com o objectivo de apoiar as instituições financeiras na avaliação do risco na concessão de crédito, permitindo-lhes consultar informação agregada sobre

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 28.09.2017 (Jorge Leal)

Sumário: As angústias e transtornos causados pela indevida inclusão de um nome na base de dados de incumpridores, transmitida e comunicada ao Banco de Portugal, atingem o património moral dessa pessoa, devendo merecer a tutela do direito e, pela sua gravidade, ser indemnizados, nos termos previstos pelo art. 496.º do CC.

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 09.02.2017 (Maria de Fátima Andrade)

Sumário: (…) IV– O contrato atípico de aluguer de longa duração não tem subjacente nenhuma operação de crédito. V – A dívida relativa a despesas administrativas decorrente de tal contrato não se enquadra no conceito de operação de crédito para efeitos da comunicação à Central de Responsabilidade de Créditos (CRC) de crédito vencido. VI –

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 24.11.2016 (Ezagüy Martins)

Sumário: I – O espírito da lei, ao reconhecer os deveres de ordem moral ou social que estão na base das obrigações naturais, é o de manter a espontaneidade do cumprimento, com a qual se deve considerar incompatível qualquer forma de coercibilidade jurídica, ainda que instituída pelo próprio devedor. II – A dívida prescrita, uma

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 28.04.2015 (João Diogo Rodrigues)

Sumário: I – A Central de Responsabilidade[s] de Crédito prevista no Decreto-Lei n.º 204/2008, de 14 de outubro, destina-se a reunir os elementos informativos respeitantes ao risco da concessão e aplicação de créditos, de que carecem as instituições de crédito e as sociedades financeiras, para avaliarem corretamente os riscos das suas operações. II – Tal

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