Compra e Venda de Bens de Consumo

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 31.01.2024 (Luís Correia de Mendonça)

Sumário: I – Qualquer condómino é isoladamente parte legítima para defender os seus direitos derivados da propriedade horizontal, tanto no que respeita à sua fracção, como às partes comuns. II – A propriedade horizontal funde, num todo incindível, dois direitos do comprador: o direito de propriedade e o direito de compropriedade. III – Numa venda […]

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 14.09.2023 (Nuno Pinto de Oliveira)

Sumário: I – O condomínio deve ser considerado como consumidor desde que alguma das fracções seja destinada a uso privado, não profissional. II – O art. 2.º, n.º 2, alínea d), do Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de Abril, consagra uma presunção de falta de conformidade dos bens que não apresentem as qualidades que o

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 10.07.2023 (Conceição Bucho)

Sumário: I – A legitimidade (activa) para o exercício (perante o construtor/vendedor) dos direitos decorrentes da construção do edifício/imóvel com defeitos não é sempre das mesmas pessoas/condóminos. II – Tal legitimidade depende do local em que se situam os defeitos, sendo conferida a quem tem o poder de administração do concreto local em que se

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 10.07.2023 (José Alberto Moreira Dias)

Sumário: 1 – Mediante o pressuposto processual de legitimidade exige-se que para que o juiz possa entrar na apreciação do mérito da relação jurídica material controvertida delineada subjetiva (quanto aos sujeitos) e objetivamente (quanto ao pedido e à causa de pedir) pelo autor na petição inicial, em regra, atenta essa relação jurídica delineada na petição

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 04.05.2023 (Alcides Rodrigues)

Sumário: (…) II – A circunstância de o imóvel adquirido se encontrar descrito no respetivo registo predial como um prédio misto (constituído por um prédio descrito na matriz predial como rústico e outro como urbano), não obsta à qualificação do contrato como compra e venda de bem de consumo, para efeitos do regime previsto no

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 09.03.2023 (Aristides Rodrigues de Almeida)

Sumário: (…) III – O contrato pelo qual um casal contrata uma empresa de construção civil para executar obras para edificar aquela que vai ser a sua casa de morada de família está sujeito ao regime específico das empreitadas de consumo. IV – A doutrina e a jurisprudência vêm consolidando o entendimento de que a

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 02.02.2023 (Tibério Nunes da Silva)

Sumário: I. Para que, num caso de compra e venda de um veículo automóvel, se beneficie do estatuto de consumidor, previsto no Dec.-Lei nº 67/2003, de 08-04, é necessário demonstrar que tal veículo não se destina, ainda que em parte, a uso profissional ou que a utilização na actividade profissional seja tão ténue que se

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 10.11.2022 (Maria Cristina Cerdeira)

Sumário: I) – Deve ser qualificado como empreitada de consumo o contrato celebrado por quem destina a obra encomendada a um uso não profissional e alguém que exerce, com carácter profissional, uma determinada actividade económica, a qual abrange a realização da obra em causa, mediante remuneração. II) – Aos contratos de empreitada de consumo aplica-se,

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 27.10.2022 (Carlos Portela)

Sumário: I – As normas contidas na Lei de Defesa dos Consumidores constituem normas especiais relativamente às regras gerais do Código Civil, derrogando estas com as quais se revelem incompatíveis no seu campo de aplicação, que é o da relação de consumo, e como lei especial, deverá prevalecer o seu regime, a menos que a

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Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 01.02.2022 (Teresa Albuquerque)

Sumário: I – É o administrador do condomínio e não o condómino que goza de legitimidade para pedir judicialmente a eliminação dos defeitos de partes comuns do prédio ou a realização de obra nova, devidamente mandatado pela assembleia de condóminos. II – Já relativamente aos direitos de redução do preço e resolução do contrato de

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