Contratos de intermediação financeira

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 04.10.2018 (Maria do Rosário Morgado)

Sumário: I – O intermediário financeiro encontra-se vinculado às normas do que estabelecem regras próprias inerentes à sua atividade, designadamente cumprimento de deveres de informação (arts. 304.º e 312.º, ambos do CVM); II – O cumprimento dos deveres de informação que impendem sobre o intermediário financeiro é, porém, de geometria variável. Quer isto significar que […]

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 04.10.2018 (Maria do Rosário Morgado) Read More »

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 18.09.2018 (Maria Olinda Garcia)

Sumário: I – O cumprimento ou incumprimento dos deveres de informação que o art. 312.º do CVM impõe ao intermediário financeiro, só ao nível do caso concreto pode ser efetivamente determinado, tendo por base o perfil do cliente e as específicas circunstâncias da contratação. II – Concluindo-se que o intermediário financeiro violou ilícita e culposamente

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 18.09.2018 (Maria Olinda Garcia) Read More »

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 13.09.2018 (Sousa Lameira)

Sumário: I – A lei portuguesa não permite que o nexo de causalidade seja retirado ou obtido por via de uma presunção (arts. 563.º e 799.º, conjugados com os arts. 342.º e ss., todos do CC). II – O art. 799.º do CC aplica-se apenas à culpa e não ao nexo de causalidade. III –

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 13.09.2018 (Sousa Lameira) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 21.07.2018 (António Santos)

Sumário: 5.1. – Provando-se que o Banco sugeriu ao autor a aplicação de 50.000,00€ na aquisição de OBRIGAÇÕES SLN 2006, informando-lhe que de produto financeiro se tratava que era equivalente a um depósito a prazo, tendo as mesmas garantias e segurança, e cujo capital estava garantido, incorreu o referido Banco em inobservância do dever de

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 21.07.2018 (António Santos) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 12.07.2018 (Maria Domingas Simões)

Sumário: Um dos cruciais deveres que a lei impõe às instituições financeiras é o de prestar informação, a qual deve ser completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, abrangendo os valores mobiliários, as ofertas públicas, os mercados de valores mobiliários, as actividades de intermediação e os emitentes.

Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 12.07.2018 (Maria Domingas Simões) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 10.07.2018 (Maria João Areias)

Sumário: 1. O artigo 312.º do CVM, na redação anterior ao DL 357-A/2007, consagrava já deveres específicos de informação, que conjugados com a concretização que deles era feita no art. 39.º do Regulamento da CMVM n.º 12/2000, abrangia informação detalhada sobre os riscos da aplicação financeira apresentada pelo intermediário financeiro, abrangendo o risco de liquidez,

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 10.07.2018 (Maria João Areias) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 13.06.2018 (José Igreja Matos)

Sumário: I – Em qualquer circunstância um Banco, que aja como intermediário financeiro, tem o dever de prestar as informações necessárias para uma tomada de decisão esclarecida e fundamentada pelos respectivos clientes. II – Se essa decisão assentou numa proposta clara do Banco no sentido de que a aplicação financeira teria sempre a garantia de

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 13.06.2018 (José Igreja Matos) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 15.05.2018 (Maria João Areias)

Sumário: 1. A atividade do intermediário financeiro é norteada, entre outros, pelo princípio da proteção dos interesses do cliente, pelo princípio de agir de boa-fé e pelo princípio de conhecimento do cliente. 2. A extensão e a profundidade da informação a prestar pelo intermediário ao cliente devem ser tanto maiores quanto menor for o seu

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 15.05.2018 (Maria João Areias) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 15.05.2018 (Vítor Amaral)

Sumário: 1. – A violação culposa de deveres indeclináveis de informação a cargo de intermediário financeiro (um banco, parte apetrechada na negociação), no âmbito da atividade bancária, perante cliente investidor não qualificado e em deficit de informação, é fonte de obrigação indemnizatória pelo decorrente dano causado a esse cliente. 2. – Se a comercialização de

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 15.05.2018 (Vítor Amaral) Read More »

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 10.04.2018 (Fonseca Ramos)

Sumário: I. A protecção dos interesses legítimos dos clientes de produtos financeiros implica, em relação a eles, que o intermediário financeiro indague sobre a sua situação financeira e experiência – o princípio know your costumer, ou, know your client no que respeita ao tipo específico de instrumento financeiro ou serviço oferecido ou procurado, bem como,

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 10.04.2018 (Fonseca Ramos) Read More »