Contratos bancários

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 10.04.2025 (Fernando Caetano Besteiro)

Sumário: (…) III. Resulta do regime constante do aludido DL n.º 204/2008, de 14-10, que a comunicação de dados respeitantes a um crédito concedido por uma instituição financeira é da inteira responsabilidade da entidade participante, e que esta deve ser realizada de forma exacta, ou seja, de forma a que reflicta com rigor a realidade […]

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 10.03.2025 (Teresa Fonseca)

Sumário: (…) II – A comunicação de informação incorreta à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal é suscetível de ofender a honra e o bom nome da pessoa visada por ser suscetível de pôr em causa a confiança que nela pode ser depositada para cumprir as suas obrigações. III – Não sendo

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 13.01.2025 (Miguel Baldaia de Morais)

Sumário: I – A necessidade de as instituições bancárias poderem avaliar e mitigar o risco latente nas operações de concessão de crédito esteve na base da criação de um serviço de centralização de riscos de crédito sob a égide do Banco de Portugal, denominada Central de Responsabilidades de Créditos. II – Da exegese do regime

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Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 06.06.2024 (Tomé de Carvalho)

Sumário: (…) 4 – As entidades bancárias são organizações necessariamente dotadas de organização empresarial e dos meios necessários para responder em condições apropriadas de qualidade e eficiência. 5 – A entidade bancária tem de adoptar os cuidados a que, segundo as circunstâncias, estava obrigada e de que era capaz, sabendo claramente que a inserção de

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Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 21.05.2024 (Teresa Albuquerque)

Sumário: I – Constituem pressupostos do processo especial de tutela da personalidade, hoje previsto nos arts 857.º a 880.º CPC, a existência de ameaça à personalidade física e moral de pessoa física («ser humano», resultando, consequentemente, excluídas as pessoas colectivas), e a exigência de que essa ameaça seja ilícita e directa. II – A circunstância

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 22.02.2024 (Orlando Nascimento)

Sumário: (…) 4. Dispondo o n.º 1, do art.º 496.º, do C. Civil, que deve atender-se (são indemnizáveis) aos danos “…que, pela sua gravidade, mereçam a tutela do direito”, a mera “preocupação e transtorno” causada pela não atualização da informação a remeter ao Banco de Portugal, nos termos do n.º 4, do art.º 2.º, do

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 12.07.2023 (Joaquim Moura)

Sumário: I – O cumprimento da obrigação legal que recai sobre instituições bancárias e financeiras de enviar ao Banco de Portugal a informação referente aos saldos, que se registaram no final de cada mês, das operações de crédito realizadas com particulares, empresas ou outras entidades, não desresponsabiliza essas instituições pelas comunicações efectuadas, pois «a comunicação

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 24.03.2022 (Filipe Caroço)

Sumário: I – A Central de Responsabilidades de Crédito, com atual enquadramento legal no Decreto-Lei n.º 204/2008, de 14 de outubro, constitui, no essencial, uma base de dados criada com o objetivo de apoiar as instituições financeiras na avaliação do risco na concessão de crédito, permitindo-lhes consultar informação agregada sobre o endividamento de quem lhes

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 20.05.2021 (José Alberto Moreira Dias)

Sumário: (…) 3 – A prescrição não opera a extinção do direito de crédito prescrito, mas quando invocada pelo devedor, e declarada judicialmente por decisão transitada em julgado, limitasse a transformar esse direito creditório em obrigação natural. 4 – As obrigações naturais, apesar de não serem judicialmente exigíveis, seja qual for a conceção que se

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 11.05.2021 (Luís Filipe Pires de Sousa)

Sumário: I. No âmbito duma execução intentada por instituição de crédito, sendo título executivo um contrato de crédito, arguindo a executada em oposição à execução que não assinou o contrato em causa, arguição essa entretanto corroborada no encerramento de inquérito-crime e apesar das  conclusões do inquérito em causa não serem vinculativas no âmbito da oposição

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