Responsabilidade e risco em operações de pagamento não autorizadas

Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 22.01.2026 (João Paulo Pereira)

Sumário: I – Efectuadas por terceiro de operações de levantamento e pagamento não autorizadas, a disciplina do Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica (RJSPME), aprovado pelo Dec.-Lei n.º 91/2018, de 12/11, prevê que a responsabilidade do prestador de serviços de pagamento não opere caso demonstre que aquelas foram devidas a atuação […]

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 13.01.2026 (Alexandra de Castro Rocha)

Sumário: I – O contrato de abertura de conta bancária, constituindo a génese da relação bancária, dá origem à rede negocial que constitui aquela relação, onde se inserem outras figuras contratuais, tais como o depósito, a abertura de crédito, a emissão de cartão e o homebanking, figuras essas associadas ao contrato de abertura de conta

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 30.10.2025 (José Cravo)

Sumário: (…) III – O Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12/11, que transpôs para a ordem jurídica nacional a Diretiva (UE) 2015/2366 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de novembro de 2015, regula, além do mais, as operações conhecidas por homebanking, que fazem parte da designação genérica de “convenção de giro” associada ao contrato

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 11.09.2025 (Inês Moura)

Sumário: 1. O Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica aprovado pelo DL 91/2018, de 12 de novembro, que veio transpor para a nossa ordem jurídica a Diretiva (UE) 2015/2366 do Parlamento Europeu e do Conselho de 25 de novembro de 2015, regulando o acesso à atividade das instituições de pagamento e

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 26.06.2025 (Maria Teresa Mascarenhas Garcia)

Sumário: (…) III. O homebanking é um serviço prestado pelo Banco Réu através do qual dá ao cliente a possibilidade de efectuar operações bancárias via Internet, nomeadamente, pagamentos e transferências, razão pela qual é àquele que cabe diligenciar pela segurança do mesmo e que o cliente nele possa confiar; no reverso, o cliente deverá utilizar

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 17.06.2025 (Luís Correia de Mendonça)

Sumário: I – Recai sobre o Banco, enquanto prestador do serviço de pagamentos electrónicos, o ónus da prova da negligência grosseira do seu cliente, na utilização de um cartão de débito. II – A circunstância de ter sido utilizado o código PIN, por terceiro, que efectuou as operações de levantamento, não significa, por si só,

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 08.04.2025 (Maria João Vaz Tomé)

Sumário: I – À conta de pagamento está associado um serviço de caixa prestado pelo banco ao cliente, que compreende uma ou mais formas de utilização dos fundos aí registados para fins de pagamento, por iniciativa ou com o consentimento do cliente. II – Do regime jurídico aplicável às operações não autorizadas (arts. 69.º-72.º do

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 02.04.2025 (Fernanda Proença Fernandes)

Sumário: No âmbito do homebanking, a entidade bancária só não será responsabilizada pelas perdas sofridas pelo cliente, decorrentes de operações fraudulentas sobre a conta deste, se alegar e provar que o dano resultou de actuação dolosa ou grosseiramente negligente do utilizador do serviço.

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Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 25.03.2025 (Anabela Marques Ferreira)

Sumário: I – É o prestador do serviço de pagamento quem, em princípio, deve suportar os danos decorrentes da sua utilização, por ser quem tem a capacidade de assegurar o seu complexo funcionamento. II – O que não acontece se o prestador do serviço provar que a operação foi devidamente autorizada, que não se ficou

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 13.03.2025 (Higina Castelo)

Sumário: I. O contrato de homebanking é um contrato acessório do de abertura de conta, pelo qual o banco disponibiliza ao cliente o acesso seguro e exclusivo à sua conta bancária, através de canais digitais; o cliente é responsável pela preservação e não transmissão das suas credenciais de acesso e tem o dever de, ao

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