Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 12.10.2023 (Ana Luísa Loureiro)

Sumário: I – Da conjugação do art. 115.º, n.º 3 e n.º 4 com o art. 113.º, n.º 1, n.º 3 e n.º 4 do Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro, resulta que o risco inerente à utilização e funcionamento dos serviços […]

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 13.07.2023 (Gabriela de Fátima Marques)

Sumário: I. Tem sido entendido que age, censuravelmente, demonstrando negligência grave – cometendo erro imperdoável, desatenção inexplicável, incúria indesculpável, vistos em confronto com o comportamento do comum das pessoas, mesmo daquelas que são pouco diligentes – e violação do seu dever de segurança e confidencialidade sobre os seus dispositivos, o utilizador que – embora sendo

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 10.01.2023 (Rui Moreira)

Sumário: I – Um acto qualificável como negligência grosseira, no âmbito da utilização de um sistema bancário electrónico de pagamentos, corresponde a um erro imperdoável, a uma desatenção inexplicável, a uma incúria inaceitável, por referência ao comportamento do comum das pessoas, mesmo daquelas que são pouco diligentes. II – Se um grande número de pessoas,

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 13.10.2022 (Carlos Castelo Branco)

Sumário: I) Autónomo, mas interdependente em relação a outros contratos bancários, inserindo-se, normalmente, no âmbito de um contrato-quadro de abertura de conta, da celebração do acordo de “homebanking” decorre uma complexidade de direitos e deveres que regulam a relação obrigacional, duradoura, entre as partes, relativamente ao utilizador e prestador de serviços de pagamento, constituindo uma

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Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 26.11.2024 (Arlindo Oliveira)

Sumário: No âmbito de contrato de compra e venda de veículo automóvel usado a consumidor, com aplicação do disposto nos art.ºs 10.º do D-Lei n.º [67]/[03], de 8/4 e 16.º da Lei n.º 24/96, de 31/7, é nulo o acordo ou cláusula contratual pelo qual, antes da denúncia da falta de conformidade ao vendedor, se

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 30.11.2023 (Oliveira Abreu)

Sumário: (…) IV. Visando responder às distorções que o regime civil tradicional encerra em casos de cumprimento defeituoso, foi criada a Lei n.º 24/96, de 31 de Julho (LDC), alterada pelo Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de Abril (que transpôs para a ordem jurídica nacional a Diretiva 1999/44/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 05.11.2020 (Jorge Leal)

Sumário: I. É nula a cláusula de renúncia à garantia, subscrita pelo consumidor num contrato de compra e venda de bem de consumo. II. A invocação da nulidade referida em I depende da manifestação de vontade nesse sentido por parte do consumidor. III. Entende-se estar preenchido o requisito indicado em II para o conhecimento da

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 17.12.2024 (Orlando Afonso)

Sumário: (…) IV – Com o preceituado no art. 2.º, n.º 1, e no art. 12.º, n.º 1, ambos da Lei n.º 24/96, de 31-07 – com as alterações operadas pelo DL n.º 67/2003, de 08-04 e pelo DL n.º 84/2008, de 21-05 (que estabeleceu o regime da compra e venda celebrada entre profissionais e

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 04.02.2021 (Cristina Neves)

Sumário: I – O consumidor adquirente de coisa defeituosa beneficia da proteção conferida pela Lei de Defesa do Consumidor (aprovada pel[a] [Lei] n.º 24/96, de 31/7 e alterada pelos D.L. n.º 67/2003, de 08/04 e pelas Leis n.ºs 10/2013, de 28/01 e 47/2014, de 28/07) bem como, se aplicável, do regime de compra e venda

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 12.09.2024 (Afonso Cabral de Andrade)

Sumário: 1. Em caso de contrato de empreitada em que ocorreram defeitos na obra, o dono da obra tem à sua escolha os direitos conferidos pelos arts. 1221.º e 1222.º (exigir a reparação dos defeitos, exigir nova construção, a redução do preço ou a resolução do contrato), para além do direito de indemnização nos termos

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