Conceitos de consumidor e de profissional

Acórdão do Tribunal de Justiça (Quarta Secção) de 08.05.2025 (I. SA contra S. J.)

Sumário: 1) O artigo 2.º, alínea b), da Diretiva 93/13/CEE do Conselho, de 5 de abril de 1993, relativa às cláusulas abusivas nos contratos celebrados com os consumidores, lido à luz do considerando 17 da Diretiva 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativa aos direitos dos consumidores, que […]

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Quinta Secção) de 08.06.2023 (I.S. e K.S. contra YYY. S.A.)

Sumário: 1) O artigo 2.º, alínea b), da Diretiva 93/13/CEE do Conselho, de 5 de abril de 1993, relativa às cláusulas abusivas nos contratos celebrados com os consumidores, deve ser interpretado no sentido de que está abrangida pelo conceito de «consumidor», na aceção desta disposição, uma pessoa que tenha celebrado um contrato de mútuo destinado

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Oitava Secção) de 27.10.2022 («S. V.» OOD contra E. Ts. D.)

Sumário: O artigo 1.º, n.º 1, e o artigo 2.º, alíneas b) e c), da Diretiva 93/13/CEE do Conselho, de 5 de abril de 1993, relativa às cláusulas abusivas nos contratos celebrados com os consumidores, devem ser interpretados no sentido de que: – uma pessoa singular que seja proprietária de um apartamento num edifício em

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Terceira Secção) de 20.10.2022 (ROI Land Investments Ltd contra FD)

Sumário: (…) O artigo 17.º, n.º 1, do Regulamento n.º 1215/2012 e o artigo 6.º, n.º 1, do Regulamento (CE) n.º 593/2008 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de junho de 2008, sobre a lei aplicável às obrigações contratuais (Roma I), devem ser interpretados no sentido de que o conceito de «atividade profissional»

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Sexta Secção) de 10.12.2020 (A. B. e B. B. contra Personal Exchange International Limited)

Sumário: O artigo 15.º, n.º 1, do Regulamento (CE) n.º 44/2001 do Conselho, de 22 de dezembro de 2000, relativo à competência judiciária, ao reconhecimento e à execução de decisões em matéria civil e comercial, deve ser interpretado no sentido de que uma pessoa singular domiciliada num Estado‑Membro que, por um lado, celebrou com uma

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Primeira Secção) de 02.04.2020 (Condominio di Milano, via Meda contra Eurothermo SpA)

Sumário: O artigo 1.º, n.º 1, e o artigo 2.º, alínea b), da Diretiva 93/13/CEE do Conselho, de 5 de abril de 1993, relativa às cláusulas abusivas nos contratos celebrados com os consumidores, devem ser interpretados no sentido de que não se opõem a uma jurisprudência nacional que interpreta a legislação que transpõe essa diretiva

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Primeira Secção) de 03.10.2019 (Jana Petruchová contra FIBO Group Holdings Limited)

Sumário: O artigo 17.º, n.º 1, do Regulamento (UE) n.º 1215/2012 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 12 de dezembro de 2012, relativo à competência judiciária, ao reconhecimento e à execução de decisões em matéria civil e comercial, deve ser interpretado no sentido de que uma pessoa singular que, nos termos de um contrato

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Segunda Secção) de 14.02.2019 (Anica Milivojević contra Raiffeisenbank St. Stefan-Jagerberg-Wolfsberg eGen.)

Sumário: (…) 3) O artigo 17.º, n.º 1, do Regulamento n.º 1215/2012 deve ser interpretado no sentido de que um devedor que celebrou um contrato de crédito para efetuar obras de renovação num bem imóvel que é a sua residência, com o objetivo de, nomeadamente, aí prestar serviços de alojamento turístico, não pode ser qualificado

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Quinta Secção) de 04.10.2018 (Komisia za zashtita na potrebitelite contra Evelina Kamenova)

Sumário: O artigo 2.º, alíneas b) e d), da Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho, as Diretivas 97/7/CE, 98/27/CE e 2002/65/CE e o Regulamento (CE) n.º

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Terceira Secção) de 25.01.2018 (Maximilian Schrems contra Facebook Ireland Limited)

Sumário: 1) O artigo 15.º do Regulamento (CE) n.º 44/2001 do Conselho, de 22 de dezembro de 2000, relativo à competência judiciária, ao reconhecimento e à execução de decisões em matéria civil e comercial, deve ser interpretado no sentido de que um utilizador de uma conta privada Facebook não perde a qualidade de «consumidor», na

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