Requisitos do contrato de crédito

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 21.04.2016 (Jorge Leal)

Sumário: I. A obrigatoriedade de entrega de um exemplar do contrato ao mutuário-consumidor na altura da sua assinatura do contrato aplica-se também aos casos em que o credor e o devedor não contactaram diretamente tendo em vista o aperfeiçoamento do negócio, tendo-o feito através da intermediação do fornecedor do bem cuja aquisição foi alvo do […]

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 21.04.2016 (Jorge Leal) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 14.03.2016 (Carlos Gil)

Sumário: (…) II – A nulidade decorrente da falta de entrega de um contrato de crédito é atípica, carecendo de ser invocada pelo consumidor e se apenas for suscitada em via de recurso, constitui uma questão nova, insusceptível de ser conhecida pelo tribunal ad quem. III – No caso de subscrição de um contrato de

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 14.03.2016 (Carlos Gil) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 10.03.2016 (Anabela Tenreiro)

Sumário: I – As cláusulas contratuais gerais inseridas em contratos singulares devem ser comunicadas ao aderente por forma a que este, com a antecedência necessária, possa tomar conhecimento e reflectir sobre o conteúdo integral das cláusulas. II – Toda a actuação do aderente que, desde o primeiro momento em que solicitou ao banco a entrega

Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 10.03.2016 (Anabela Tenreiro) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 04.02.2016 (Jorge Seabra)

Sumário: 1. Nos termos da al. d) do artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 446/85, têm-se como não escritas as cláusulas contratuais que fisicamente se encontram no verso do documento, após as assinaturas dos contraentes, ainda que, antes dessas assinaturas, haja uma cláusula no sentido de que o mutuário declara ter tomado conhecimento e dado o

Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 04.02.2016 (Jorge Seabra) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 22.10.2015 (Farinha Alves)

Sumário: A explicação das cláusulas do contrato não supre a falta da entrega de um exemplar do mesmo, devidamente assinado, no momento das respetivas assinaturas. O incumprimento do dever de explicar o teor das cláusulas seria outra causa de nulidade do contrato, que não se confunde com a falta de entrega do duplicado. Também não

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 22.10.2015 (Farinha Alves) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 09.07.2015 (Maria do Rosário Morgado)

Sumário: A invocação da nulidade do contrato de crédito, por falta de entrega de um exemplar, no momento da assinatura, decorridos três anos sobre a sua vigência do contrato e quando já se encontravam pagas 35 das 48 prestações acordadas, constitui abuso de direito e neutraliza os efeitos decorrentes da nulidade.

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 09.07.2015 (Maria do Rosário Morgado) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 04.06.2015 (Teresa Prazeres Pais)

Sumário: – O facto de não ter sido entregue duplicado do contrato assinado leva à nulidade do mesmo, nos termos do disposto no art.º 13.º, n.º 1 DL n.º 133/200[9]. – Em relação ao contrato celebrado fora do estabelecimento comercial, existe obrigatoriedade de redução a escrito e entrega da cópia do contrato ao consumidor, mas

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 04.06.2015 (Teresa Prazeres Pais) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 13.04.2015 (Soares de Oliveira)

Sumário: I – Com a restituição da viatura levada a efeito pelo locatário e sua receção pela sociedade locadora foi extinto o sinalagma funcional cedência do gozo/pagamento da prestação. II – Essa extinção pode ser interpretada como extinção do próprio contrato. III – Extinto esse sinalagma, deixou de ser possível à locadora resolver o contrato

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 13.04.2015 (Soares de Oliveira) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 23.10.2014 (Carla Mendes)

Sumário: – Só com a entrega de um exemplar do contrato no momento da sua perfeição é que o consumidor pode inteirar-se do seu conteúdo, sopesar as vantagens e desvantagens do contrato, ajuizar da informação prestada pelo proponente, dissipar dúvidas e assegurar-se da transparência da negociação. – Esta omissão constitui nulidade atípica só invocável pelo

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 23.10.2014 (Carla Mendes) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 01.07.2014 (Anabela Luna de Carvalho)

Sumário: 1 – Estando no domínio de relações imediatas pode o avalista chamar à colação o não cumprimento do dever de comunicação das cláusulas contratuais gerais integradas no contrato de mútuo. 2 – O princípio da literalidade, segundo o qual a existência e a validade da relação cambiária não podem ser afectadas por via de

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 01.07.2014 (Anabela Luna de Carvalho) Read More »