Cláusulas contratuais gerais proibidas

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 02.03.2010 (Urbano Dias)

Sumário: I – A imposição de uma cláusula a estabelecer que “… em caso de roubo ou perda, o Titular ficará isento de quaisquer responsabilidades relacionadas com a utilização do Cartão, salvo quando se demonstre que agiu de má fé ou negligência grave, pressupondo-se existir a referida negligência, caso tal utilização tenha sido feita com

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 08.11.2007 (Carla Mendes)

Sumário: I – A cláusula 8.ª constante das condições gerais de serviço da Internet banda larga denominado Netcabo – “o cliente é responsável pela utilização do serviço, nomeadamente pelo pagamento das quantias devidas à TV Cabo, pela utilização do serviço por terceiros, com ou sem o seu conhecimento, salvo após decurso do prazo de 24

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 27.04.2005 (Moreira Camilo)

Sumário: I – A cláusula inserta em contratos de emissão e de utilização de cartões de débito e de crédito, onde se estipula que “O titular compromete-se a, após a sua adesão ao serviço de pagamento MBNet, utilizar esses serviço de pagamento em todas e quaisquer transações que venha a efetuar em ambientes abertos (internet,

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 23.11.1999 (Garcia Marques)

Sumário: I – Os cartões de débito apresentam-se como cartões de pagamento imediato, que operam uma mobilização das disponibilidades monetárias do titular através do acesso direto à sua conta bancária. II – Os cartões dependem de um contrato específico, destinado à sua emissão, cujo regime consta, entre nós e como na generalidade dos países, de

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 17.06.1999 (Abílio de Vasconcelos)

Sumário: I – São nulas as cláusulas de utilização do cartão UNIVERSO do Banco Fonsecas e Burnay segundo as quais: a) o titular do cartão é sempre responsável, independentemente de culpa, por todas as operações com ele efetuadas até à receção pelo Banco do aviso de perda, falsificação, furto ou roubo do cartão (cláusula 8,

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 09.06.1994 (Flores Ribeiro)

Sumário: I – São nulas cláusulas constantes de contrato de adesão que alterem as regras respeitantes ao ónus da prova ou à distribuição do risco. II – Assim, é nula cláusula constante de “Condições Gerais de Utilização” de eurocheques que estipule que a sua utilização por terceiros se presume consentida ou culposamente facilitada pelo seu

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 04.02.2025 (Carlos Oliveira)

Sumário: 1. A cláusula que confere à empresa prestadora de serviços de telecomunicações, em caso de resolução do contrato por incumprimento do cliente (“não consumidor”) durante o período de fidelização (no caso fixado em 36 meses), o direito a receber antecipadamente, e na íntegra, o valor das prestações contratuais mensais devidas até ao termo desse

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 19.03.2024 (Cristina Silva Maximiano)

Sumário: (…) É nula, por se revelar desproporcional aos danos a ressarcir, em face do quadro negocial padronizado (e por isso, violar o artigo 19.º, al. c) do Decreto-Lei n.º 446/85, de 25 de Outubro) a cláusula penal inscrita em contrato de adesão de manutenção de elevadores em que se estipula: “Uma vez que a

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 18.04.2023 (Carlos Oliveira)

Sumário: I – A cláusula que confere à empresa prestadora de serviços de telecomunicações, em caso de resolução do contrato por incumprimento do cliente (“não consumidor”) durante o período de fidelização fixado em 24 meses, o direito a receber antecipadamente e na íntegra o valor das prestações contratuais mensais devidas até ao termo do prazo

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 17.12.2019 (Maria João Vaz Tomé)

Sumário: (…) [IV] – A cláusula penal constante de contrato de prestação de serviço de assistência a ascensores, que admite a resolução pelo prestador de serviço com fundamento na mora do cliente, no pagamento de quaisquer quantias, por mais de trinta dias, impondo ao cliente a obrigação de indemnização por danos no valor da totalidade

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