Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 17.03.2020 (António Carvalho Martins)
Sumário: 1. – Em função dos princípios norteadores da actividade dos intermediários financeiros, consagrados no art. 304.º do CVM, que constituem verdadeiros deveres gerais de conduta dos intermediários financeiros, neles incluindo obviamente os deveres de informação. 2. – Trata-se de um quadro negocial a que seguramente não é alheio todo o relacionamento contratual de confiança […]
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