Serviços Públicos Essenciais

Pequena introdução acerca dos Serviços Públicos Essenciais

Acórdão do Tribunal de Justiça (Quarta Secção) de 19.11.2009 (Christopher Sturgeon, Gabriel Sturgeon e Alana Sturgeon contra Condor Flugdienst GmbH e Stefan Böck e Cornelia Lepuschitz contra Air France SA)

Sumário: 1) Os artigos 2.º, alínea l), 5.º e 6.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de fevereiro de 2004, que estabelece regras comuns para a indemnização e a assistência aos passageiros dos transportes aéreos em caso de recusa de embarque e de cancelamento ou atraso considerável dos

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Quarta Secção) de 09.07.2009 (Peter Rehder contra Air Baltic Corporation)

Sumário: O artigo 5.º, n.º 1, alínea b), segundo travessão, do Regulamento (CE) n.º 44/2001 do Conselho, de 22 de dezembro de 2000, relativo à competência judiciária, ao reconhecimento e à execução de decisões em matéria civil e comercial, deve ser interpretado no sentido de que, em caso de transporte aéreo de pessoas de um

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Quarta Secção) de 22.12.2008 (Friederike Wallentin-Hermann contra Alitalia – Linee Aeree Italiane SpA)

Sumário: 1) O artigo 5.º, n.º 3, do Regulamento (CE) n.º 261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de fevereiro de 2004, que estabelece regras comuns para a indemnização e a assistência aos passageiros dos transportes aéreos em caso de recusa de embarque e de cancelamento ou atraso considerável dos voos e que

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Quarta Secção) de 10.07.2008 (Emirates Airlines – Direktion für Deutschland contra Diether Schenkel)

Sumário: O artigo 3.º, n.º 1, alínea a), do Regulamento (CE) n.º 261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, que estabelece regras comuns para a indemnização e a assistência aos passageiros dos transportes aéreos em caso de recusa de embarque e de cancelamento ou atraso considerável dos voos e

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Grande Secção) de 10.01.2006 (The Queen, a pedido de International Air Transport Association e European Low Fares Airline Association contra Department for Transport)

Sumário: 1) Se um órgão jurisdicional cujas decisões são suscetíveis de recurso judicial de direito interno julgar procedentes um ou vários fundamentos de invalidade de um ato comunitário invocados pelas partes ou, se for caso disso, suscitados ex officio, o mesmo deve suspender a instância e apresentar ao Tribunal de Justiça um pedido de decisão

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Sexta Secção) de 03.02.2021 (Stichting Waternet contra MG)

Sumário: 1) O artigo 9.º da Diretiva 97/7/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de maio de 1997, relativa à proteção dos consumidores em matéria de contratos à distância, e o artigo 27.º da Diretiva 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativa aos direitos dos consumidores,

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Quarta Secção) de 05.12.2019 («EVN Bulgaria Toplofikatsia» EAD contra Nikolina Stefanova Dimitrova e «Toplofikatsia Sofia» EAD contra Mitko Simeonov Dimitrov)

Sumário: 1) O artigo 27.º da Diretiva 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativa aos direitos dos consumidores, que altera a Diretiva 93/13/CEE do Conselho e a Diretiva 1999/44/CE do Parlamento Europeu e do Conselho e que revoga a Diretiva 85/577/CEE do Conselho e a Diretiva 97/7/CE do

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Terceira Secção) de 11.03.2010 (Telekommunikacja Polska SA w Warszawie contra Prezes Urzędu Komunikacji Elektronicznej)

Sumário: A Diretiva 2002/21/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 7 de março de 2002, relativa a um quadro regulamentar comum para as redes e serviços de comunicações eletrónicas (diretiva‑quadro), e a Diretiva 2002/22/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 7 de março de 2002, relativa ao serviço universal e aos direitos dos

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 19.06.2024 (Paulo Registo)

Sumário: (…) V – Deve ser considerada “prática comercial enganosa” e, por isso, proibida por lei, o oferecimento de informações falsas ou mesmo a prestação de informações verdadeiras por parte da empresa, desde que induzam ou que sejam susceptíveis de induzir o consumidor em erro, relativamente aos elementos contratuais previstos nas diversas alíneas do art.º

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 18.03.2024 (Paulo Registo)

Sumário: I – O art.º 48.º, n.ºs 1, al. g) e 2, al. a), da Lei n.º 5/2004, de 10-02, exigia que dos contratos de prestação de serviços de comunicações electrónicas constassem, entre outros elementos, a sua duração, o que incluía o período de fidelização, cuja existência estava dependente da atribuição de vantagens ao cliente.

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