Jurisconsumo

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 10.05.2016 (Gabriel Catarino)

Sumário: I – O DL n.º 328/90, de 22-10, diploma matriz que rege para os casos em que ocorre uma violação dos aparelhos (pontos) de medição/contagem de energia eléctrica, faz impender sobre a entidade fornecedora de energia, deveres inafastáveis e invadeáveis, de que sobressaem: (i) dar notícia, em auto suficientemente descritivo, dos elementos que no […]

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 10.05.2016 (Gabriel Catarino) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 01.02.2011 (Dina Monteiro)

Sumário: Estando provado que a Ré utilizou ilicitamente energia eléctrica, com o desconhecimento da EDP e à margem de qualquer contrato, o prazo prescricional a atender é o de três anos, contados desde a data em que a empresa teve conhecimento desse facto, nos termos do artigo 498.º, n.º 1, do Código Civil.

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 01.02.2011 (Dina Monteiro) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 11.05.2006 (Deolinda Varão)

Sumário: I – O direito a interromper o fornecimento de energia eléctrica só pode ser exercido depois de o distribuidor ter notificado o consumidor, por escrito, do valor presumido do consumo irregularmente feito e de o ter informado dos seus direitos, nomeadamente o de requerer vistoria à Direcção Geral de Energia, caso entende que não

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 11.05.2006 (Deolinda Varão) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 28.04.2026 (Maria João Areias)

Sumário: 1. A exigência de fundamentação nas sentenças arbitrais assume conteúdo semelhante ao dever geral de fundamentação das decisões judiciais previsto no artigo 154.º do Código de Processo Civil. 2. O árbitro não é obrigado a seguir nem a responder a todos os argumentos das partes, considerando-se suficiente a existência de uma relação logicamente os

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 28.04.2026 (Maria João Areias) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 16.04.2026 (Álvaro Monteiro)

Sumário: No âmbito da arbitragem voluntária haverá violação dos princípios da ordem pública internacional do Estado português quando a decisão contenda de forma clamorosa com os princípios gerais e fundamentais vigentes na comunidade jurídica e que fazem parte do acervo de direito dos cidadãos.

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 16.04.2026 (Álvaro Monteiro) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 14.04.2026 (Luís Miguel Caldas)

Sumário: 1. A Lei n.º 63/2011, de 14 de Dezembro, que aprovou a Lei da Arbitragem Voluntária (LAV), apenas permite a impugnação da sentença arbitral, pela via do pedido de anulação, caso se verifique algum ou alguns dos fundamentos taxativamente previstos na lei (artigo 46.º da LAV), cumprindo à parte que faz o pedido o

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 14.04.2026 (Luís Miguel Caldas) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 24.03.2026 (Hugo Meireles)

Sumário: 1 – O pedido de anulação é um meio processual autónomo, dependente de fundamentos taxativamente previstos no artigo 46.º da LAV, cujo ónus de demonstração recai sobre o requerente. 2 – Está vedado aos tribunais judiciais, em sede de ação de anulação, reexaminar as questões decididas em arbitragem, sindicar a apreciação da matéria de

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 24.03.2026 (Hugo Meireles) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 23.03.2026 (Eugénia Cunha)

Sumário: I – A ação de anulação de decisão arbitral, com forma de processo especial (n.º 1, do art.º 546.º, do Código de Processo Civil), é regulada pelas disposições que lhe são próprias, previstas na Lei da Arbitragem Voluntária, aprovada pela Lei n.º 63/2011, de 14 de dezembro, abreviadamente, LAV, e por força da remissão

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 23.03.2026 (Eugénia Cunha) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 19.02.2026 (José Carlos Duarte)

Sumário: I – Tendo em consideração que a CRP, ao reconhecer no seu art.º 209, n.º 2, a existência de tribunais arbitrais, reconhece-lhes a autoridade para administrar a justiça num caso concreto, fixando os factos relevantes e determinando o direito aplicável aos mesmos em decisão com força obrigatória para os interessados (art.º 42.º, n.º 7

Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 19.02.2026 (José Carlos Duarte) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 19.02.2026 (João Paulo Vasconcelos Raposo)

Sumário: I. O processo arbitral segue princípios de informalidade e simplicidade; II. O contraditório também é um princípio estrutural destes processos, mas a sua avaliação não deve ser feita à luz dos estritos critérios processuais civis, mas orientando-o para uma análise material que considere a sua natureza e finalidades próprias; III. A mediação e a

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 19.02.2026 (João Paulo Vasconcelos Raposo) Read More »