Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 19.09.2019 (Acácio das Neves)

Sumário: As cláusulas contratuais gerais que facultam à prestadora do serviço de manutenção de elevadores a resolução do contrato pela mora no pagamento de quaisquer quantias por mais de 30 dias e, nesse caso, concedem indemnização por danos no valor da totalidade das prestações do preço previstas até ao termo do prazo contratado são nulas

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 19.09.2019 (Acácio das Neves) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 11.12.2018 (Eduardo Petersen Silva)

Sumário: É desproporcionada e nula, nos termos do artigo 19.º, alínea c) do DL 446/85, a cláusula penal inserta num contrato de manutenção de elevadores celebrado por 20 anos, segundo a qual, na eventualidade de rescisão unilateral pelo cliente, é devido o pagamento de 50% das prestações mensais devidas até ao termo do contrato.

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 11.12.2018 (Eduardo Petersen Silva) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 11.04.2018 (Judite Pires)

Sumário: I – A alínea c) do artigo 19.º do Decreto-Lei n.º 446/85, de 25.10 pressupõe que a cláusula penal inserta num contrato de adesão seja “desproporcionada aos danos a ressarcir”, exigindo-se uma desproporção sensível e flagrante entre o montante da pena convencionada e o montante dos danos a reparar. II – É nula a

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 11.04.2018 (Judite Pires) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 08.06.2017 (Sílvio Sousa)

Sumário: Tem que considerar-se desproporcionada e, logo, proibida e nula a cláusula penal inserida nas condições gerais do contrato a favor da empresa que a elaborou estabelecendo que em caso de incumprimento culposo da outra parte esta terá que suportar uma indemnização de montante equivalente ao somatório de todas as prestações mensais do preço até

Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 08.06.2017 (Sílvio Sousa) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 21.12.2015 (Pedro Brighton)

Sumário: I – A ação inibitória da utilização de cláusulas contratuais gerais para utilização futura, a que alude o art. 25.º do Decreto-Lei n.º 446/85, de 25/10, é independente da inclusão efetiva das cláusulas em contratos singulares e visa impor ao demandado a obrigação de se abster ou de recomendar cláusulas contratuais gerais que foram

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 21.12.2015 (Pedro Brighton) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 01.12.2015 (Dina Monteiro)

Sumário: Sendo a cláusula pena[l], constante de um contrato de conservação de elevadores, desproporcional e como tal proibida, o que gera a sua nulidade, tal vício é de conhecimento oficioso.

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 01.12.2015 (Dina Monteiro) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 24.11.2015 (Tomé Ramião)

Sumário: I – A alínea c) do art.º 19.º do LCCG (DL n.º 446/85, de 25.10) exige que a cláusula relativamente proibida seja “desproporcionada aos danos a ressarcir”, ou seja, tem de existir uma desproporção sensível e flagrante entre o montante da pena convencionada e o montante dos danos a reparar, sendo insuficiente a mera

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 24.11.2015 (Tomé Ramião) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 30.06.2015 (Anabela Luna de Carvalho)

Sumário: 1 – A cláusula que estabelece que, a denúncia ocorrida sem aviso prévio, ou fora do prazo do aviso-prévio, relativamente à renovação automática do contrato, por parte do aderente/cliente, por não querer continuar a manter-se vinculado à prestadora de serviços dá a esta o direito a uma indemnização correspondente ao pagamento total das prestações

Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 30.06.2015 (Anabela Luna de Carvalho) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 27.05.2014 (Maria Adelaide Domingos)

Sumário: I. A desproporcionalidade das cláusulas não resulta do facto de fixarem indemnizações antecipadamente por recurso ao mecanismo da cláusula penal, permitida de resto pelo artigo 19.º, alínea c), que, aliás, tem a vantagem de eliminar futuros diferendos quanto à determinação desse montante (o que se afigura benéfico para as duas partes). II. A desproporcionalidade

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 27.05.2014 (Maria Adelaide Domingos) Read More »

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 14.03.2013 (Anabela Calafate)

Sumário: I – No que respeita às cláusulas relativamente proibidas, o intérprete tem de analisar a cláusula no seio de todo o conjunto contratual genericamente predisposto, não sendo de considerar as vicissitudes particulares do negócio individual realizado. II – Remetendo-nos a lei para o «quadro negocial padronizado», é no interior do regulamento contratual que temos

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 14.03.2013 (Anabela Calafate) Read More »