Práticas comerciais desleais

Acórdão do Tribunal de Justiça (Segunda Secção) de 12.05.2011 (Konsumentombudsmannen contra Ving Sverige AB)

Sumário: 1) A expressão «permitindo assim que o consumidor efetue uma aquisição», que figura no artigo 2.°, alínea i), da Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho, […]

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Quarta Secção) de 18.11.2010 (Lidl SNC contra Vierzon Distribution SA)

Sumário: O artigo 3.º‑A, n.º 1, alínea b), da Diretiva 84/450/CEE do Conselho, de 10 de Setembro de 1984, em matéria de publicidade enganosa e comparativa, conforme alterada pela Diretiva 97/55/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 6 de Outubro de 1997, deve ser interpretado no sentido de que a simples circunstância de os

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Grande Secção) de 09.11.2010 (Mediaprint Zeitungs- und Zeitschriftenverlag GmbH & Co. KG contra «Österreich»-Zeitungsverlag GmbH)

Sumário: 1) A Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho, as Diretivas 97/7/CE, 98/27/CE e 2002/65/CE e o Regulamento (CE) n.º 2006/2004 («diretiva relativa às práticas comerciais

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Primeira Secção) de 14.01.2010 (Zentrale zur Bekämpfung unlauteren Wettbewerbs eV contra Plus Warenhandelsgesellschaft mbH)

Sumário: A Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho, as Diretivas 97/7/CE, 98/27/CE e 2002/65/CE [do Parlamento Europeu e do Conselho] e o Regulamento (CE) n.º 2006/2004

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Primeira Secção) de 23.04.2009 (VTB-VAB NV contra Total Belgium NV e Galatea BVBA contra Sanoma Magazines Belgium NV)

Sumário: A Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho, as Diretivas 97/7/CE, 98/27/CE e 2002/65/CE [do Parlamento Europeu e do Conselho] e o Regulamento (CE) n.º 2006/2004

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Sexta Secção) de 24.10.2002 (Processo-crime contra Gottfried Linhart e Hans Biffl)

Sumário: 1) O artigo 6.º , n.º 3, da Diretiva 76/768 do Conselho, de 27 de Julho de 1976, relativa à aproximação das legislações dos Estados-Membros respeitantes aos produtos cosméticos, com a redação que lhe foi dada pela Diretiva 93/35/CEE do Conselho, de 14 de Junho de 1993, opõe-se à regulamentação de um Estado-Membro que,

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Quinta Secção) de 13.01.2000 (Estée Lauder Cosmetics GmbH & Co. OHG contra Lancaster Group GmbH)

Sumário: – Os artigos 30.º e 36.º do Tratado CE (que passaram, após alteração, a artigos 28.º CE e 30.º CE) e 6.º, n.º 3, da Diretiva 76/768/CEE do Conselho, de 27 de Julho de 1976, relativa à aproximação das legislações dos Estados-Membros respeitantes aos produtos cosméticos, tal como alterada pela Diretiva 88/667/CEE do Conselho,

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Quinta Secção) de 16.07.1998 (Gut Springenheide GmbH e Rudolf Tusky contra Oberkreisdirektor des Kreises Steinfurt – Amt für Lebensmittelüberwachung)

Sumário: Para determinar se uma indicação destinada a promover as vendas de ovos pode induzir o comprador em erro, violando o artigo 10.º, n.º 2, alínea e), do Regulamento (CEE) n.º 1907/90 do Conselho, de 26 de junho de 1990, relativo a certas normas de comercialização aplicáveis aos ovos, o órgão jurisdicional nacional deve ter

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Acórdão do Tribunal de Justiça (Quinta Secção) de 06.07.1995 (Verein gegen Unwesen in Handel und Gewerbe Köln e.V. contra Mars GmbH)

Sumário: O artigo 30.º do Tratado CE deve ser interpretado no sentido de que se opõe a que uma medida nacional proíba a importação e a comercialização de um produto legalmente comercializado num outro Estado-Membro, cuja quantidade foi aumentada por ocasião de uma campanha publicitária de curta duração e cuja embalagem contém a menção «+

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 19.06.2024 (Paulo Registo)

Sumário: (…) V – Deve ser considerada “prática comercial enganosa” e, por isso, proibida por lei, o oferecimento de informações falsas ou mesmo a prestação de informações verdadeiras por parte da empresa, desde que induzam ou que sejam susceptíveis de induzir o consumidor em erro, relativamente aos elementos contratuais previstos nas diversas alíneas do art.º

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