Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 17.09.2026 (Paula Ribas)

Sumário: I – A circunstância de o autor ter assinado os documentos que lhe foram apresentados pelo 1.º réu, manuscrevendo uma declaração de tomada de conhecimento sobre determinadas cláusulas, não o impede de fazer prova dos factos que permitem concluir pela violação dos deveres de informação e esclarecimento por parte do 1.º réu quanto a

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 02.07.2026 (Anizabel Sousa Pereira)

Sumário: I – O termo de autenticação aposto num documento particular deve contextualizar o negócio na sua totalidade, fazendo referência expressa ao teor e a todos os intervenientes; a omissão da identificação de todos os outorgantes num termo, mesmo em regime de autenticação sucessiva, não é uma mera irregularidade formal; é uma preterição de formalidade

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 17.09.2026 (Maria da Graça Trigo)

Sumário: I – Considera-se ser de qualificar como dispositivo (i.e., como não imperativo) o regime do denominado ajuste MIBEL (Mercado Ibérico de Eletricidade), previsto nos arts. 2.º, n.º 1, al. c), 5.º, n.º 2, e 7.º, n.º 2, do DL n.º 33/2022, de 14-05, que admite a repercussão do sobrecusto de elet[r]icidade no âmbito dos

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 12.05.2026 (Alexandra Rocha)

Sumário: – De acordo com o art. 28.º n.º 1 do RRC, as variáveis relevantes para a faturação aos clientes do fornecimento de energia são objeto de medição ou determinadas a partir de valores medidos. Os equipamentos de medição devem ser objeto de leitura, sendo responsáveis por esta os operadores das redes, sem prejuízo de

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 17.09.2026 (Amélia Puna Loupo)

Sumário: I – A aplicação do regime vertido no n.º 2 do art.º 19.º da Lei nº 15/2013, de 08/02, implica a prova pela mediadora da incontestável obtenção de alguém genuinamente interessado e pronto a celebrar o contrato nos moldes em que foi concebido no âmbito do contrato de mediação, ou seja, um interessado viável,

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 01.07.2026 (Teresa Pinto da Silva)

Sumário: I – A mediadora imobiliária está obrigada a informar de forma clara e inequívoca os destinatários do negócio, não se podendo escudar na circunstância de estes poderem aceder à informação por consulta própria, porque de natureza pública, pelo que o dever de informação sobre a existência de ónus ou encargos que recaem sobre o

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 10.09.2026 (Raquel Baptista Tavares)

Sumário: I – O regime especial de responsabilidade civil estabelecido no artigo 304.º- A do CVM, enquanto forma de reação estabelecida pelo legislador para tutela específica do consumidor de produtos financeiros, afasta a nulidade como consequência para o incumprimento dos deveres legais dos intermediários financeiros, pelo que a violação de princípios fundamentais da atividade de

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 10.09.2026 (Ana Cristina Duarte)

Sumário: 1 – Os créditos emergentes de contratos de mútuo bancário em que é convencionada a amortização da dívida em prestações periódicas de capital com os respetivos juros estão sujeitos ao prazo de prescrição de cinco anos previsto no artigo 310.º, alínea e), do Código Civil. 2 – O vencimento antecipado da totalidade das prestações

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 02.07.2026 (Joaquim Boavida)

Sumário: I – Os prejuízos sofridos pelo dono da obra em consequência da prestação defeituosa integram a responsabilidade contratual, uma vez que esta tem origem na violação do direito daquele à execução da obra sem defeitos. II – A indemnização dos prejuízos colaterais, provocados pelos defeitos da obra, que impliquem uma responsabilidade contratual do empreiteiro,

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 01.07.2026 (Ana Paula Amorim)

Sumário: (…) III – O ónus de alegação dos factos que consubstanciam a noção de consumidor, para efeito de aplicação do regime da Venda de Bens de Consumo, recai sobre quem pretende beneficiar de tal regime, o consumidor, por se tratar de factos constitutivos do direito que pretende fazer valer. IV – De igual forma,

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