Compra e Venda de Bens de Consumo

Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 08.10.2026 (Alexandra Rolim Mendes)

Sumário: – Ao consumidor que invoca a falta de conformidade de aparelhos auditivos comprados a um profissional, cabe, designadamente, a prova de que os mesmos não estão conforme com o contrato, nomeadamente com a descrição que deles é feita pelo vendedor ou de que não possuem as qualidades apresentadas por este ou ainda de que

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 01.10.2026 (Rui Poças)

Sumário: I – A caracterização de um contrato como “celebrado fora do estabelecimento comercial”, nos termos da alínea i) do art. 3.º do DL n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, pressupõe que o contrato seja celebrado na presença física simultânea do fornecedor de bens ou do prestador de serviços e do consumidor em local que

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 17.09.2026 (Carla Matos)

Sumário: I – Decorre do art. 4.º, n.º 1 do DL 67/2003 que, em caso de falta de conformidade do bem com o contrato, o consumidor tem direito a que esta seja reposta sem encargos, por meio de reparação ou de substituição, à redução adequada do preço ou à resolução do contrato. II – Acrescenta-se

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Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 10.10.2023 (Teresa Albuquerque)

Sumário: I – Sendo a relação de consumo aquela que é estabelecida entre alguém que destina a coisa a um uso não profissional e outr[e]m que exerce com caráter profissional uma determinada atividade económica, o ónus da prova de tais qualidades cabe ao primeiro, como beneficiado que será com a aplicação da legislação de consumo.

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Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 02.07.2026 (Joaquim Boavida)

Sumário: I – Os prejuízos sofridos pelo dono da obra em consequência da prestação defeituosa integram a responsabilidade contratual, uma vez que esta tem origem na violação do direito daquele à execução da obra sem defeitos. II – A indemnização dos prejuízos colaterais, provocados pelos defeitos da obra, que impliquem uma responsabilidade contratual do empreiteiro,

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 01.07.2026 (Ana Paula Amorim)

Sumário: (…) III – O ónus de alegação dos factos que consubstanciam a noção de consumidor, para efeito de aplicação do regime da Venda de Bens de Consumo, recai sobre quem pretende beneficiar de tal regime, o consumidor, por se tratar de factos constitutivos do direito que pretende fazer valer. IV – De igual forma,

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Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 16.06.2026 (João Novais)

Sumário: I – No âmbito de um contrato de compra e venda de um bem de consumo, as despesas com a reparação ou a substituição do bem desconforme com o contrato, são efetuadas sem encargos para o consumidor, incluindo despesas de transporte, de mão-de-obra e material – art.º 4.º, n.º 1 e n.º 3 do

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Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 09.07.2026 (Emília Botelho Vaz)

Sumário: I – O contrato de empreitada de construção de uma moradia unifamiliar, celebrado em setembro de 2022, entre uma sociedade comercial e um consumidor (singular) deve qualificar-se como contrato de empreitada para consumo, regulado pelo DL n.º 84/21, de 18-10, sem prejuízo da aplicação subsidiária das disposições do Código Civil sobre o contrato de

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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 07.07.2026 (Jorge Leal)

Sumário: I. Tendo um automóvel sido adquirido por um consumidor com a expetativa de que se encontrava em boas condições de funcionamento, se o veículo se incendeia em andamento poucos meses após a sua aquisição, nada mais se provando, é de qualificar a situação como a manifestação de uma desconformidade do veículo, existente à data

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Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 01.07.2026 (Carlos Gil)

Sumário: I – Um veículo automóvel que, por causa do filtro de partículas, não pode ser usado exclusivamente em circuitos urbanos, sem que o seu adquirente haja sido informado desta caraterística da viatura, enferma de falta de conformidade objetiva por défice de funcionalidade. II – Manifestando-se esta falta de conformidade antes de decorridos trinta dias

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